Folhas em branco sempre me deram um pouco de pânico, por eu nunca ter a mínima idéia do que vou escrever ou por onde começar.
Hoje por exemplo, mil assuntos vagam pela minha mente inquieta e lembro-me de um assunto que uma amiga levantou ontem no happy hour : “Ahhhh, o amor !!!”
Pela explicação dela me encantei por esse fenômeno : frio na barriga, dois seres humanos que acham graça de tudo, coração acelerado, pernas trêmulas, mãos suando aguardando ansiosamente serem tocadas pelas mãos do companheiro... tremores, explosões de sentimento, febre, frio , calor...
No momento senti um aperto em meu peito por nunca ter tido essa reciprocidade nesse quesito. Sempre dei o azar de me apaixonar sozinha ( ou pelo menos achar), ou de não me doar para um outro alguém apaixonado por mim. E como em poucas vezes na vida, senti uma dor, um vazio, quase que uma insignificância na vida.
Tentei buscar em meu HD algum momento que trouxesse um sentimento parecido e nada... Ao contrário, lembrei de todas as vezes em que por medo, por falta de ar, fugi de todas essas emoções...Por desespero de não ter maturidade para suportá-las.
E hoje, felizmente não me arrependo de nada disso, mas vejo pessoas que como eu, que constantemente buscam em seres desconhecidos toda a furtividade, encanto e beleza do primeiro encontro, mas acabam esquecendo que ao contrário do primeiro ; No segundo, terceiro e quarto encontro podemos encontrar outras belezas, basta apenas dar a oportunidade .
Gabrielle Beck
sábado, 21 de agosto de 2010
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