Seria você o meu amor?
Essa metade sem-graça de mim?
Esse sorriso lavado e rompido
Essa lágrima disfarçada
Esse medo incontrolável de levar a vida tão a sério...
Essa vontade de querr ser de alguém , sem se encontrar no corpo de ninguém
Essa boca que beija outras bocas
E eu sonho com o beijo não dado
Se você fosse o meu amor
Talvez eu não temesse tanto a altura,
Não olhasse para trás tentando reviver as possibilidades
Não me achasse tão feia quando acordo
E não precisasse me sentir tão bonita no escuro
Tavlvez eu não fosse tão dedicasse tanto a vida
Talvez eu me encaixasse no mundo perfeito
Talvez não questionasse as notícias populares
Talvez eu fingisse ser tão séria
Talvez eu visse graça no cinema em casa
Talvez eu amasse mais o meu gramado
Se eu fosse assim, um pouco mais sua
Talvez não me sentisse tanto dos outros
E não saísse tanto da linha
Se um dia eu te encontrar e não reconhecer
BAte na porta. pula a janela e jura para mim que é meu amor
E se mesmo assim eu não reconhecer
Não esquece
Espera...que o seu amor virá.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
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2 comentários:
Gabi,
É de sua autoria?
Achei lindo o poema. Adoro poemas ... Identifiquei-me um pouco com o muito do que ele disse.
Acho que vou começar a frequentar esse negócio de blog!
Bjo grande e saudoso.
Fabi
Gabi, seguindo o comentário da Fabi, achei muito bom o seu texto. O amor é aquele tema espinhoso, sobre o qual é difícil falar - mas é igualmente impossível deixar de falar sobre ele. Achei legal você mostrar estes dois lados do "amor": de um lado, a visão desencantada; de outro, a esperança de um futuro reencantamento amoroso!
Beijos!
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